casa do zezinho

Nossa HistóriaA Casa do Zezinho teve origem no trabalho da educadora Dagmar Garroux, que há mais de 30 anos iniciou sua atuação trabalhando com crianças com graves problemas de aprendizagem, muitos deles devido a traumas circunstanciais (filhos de refugiados de guerras no Oriente ou refugiados políticos, do período de ditadura no Chile, por exemplo). A estas crianças, Dagmar mostrava e fazia conhecer crianças que viviam um trauma permanente: o da pobreza, da miséria, com 500 anos de exclusão social. Desenvolvia um trabalho social numa favela (Favela do Fedô, no Morro da Lua) próxima de onde morava, a Vila das Belezas, zona Sul de São Paulo.
No início da década de 1990, Tia Dag, como é chamada por todos, e seu marido compraram uma casa para morar, no Parque Maria Helena, onde fica a Casa do Zezinho. Neste período, passaram a se reunir com um grupo de pessoas que conheciam desde os tempos de faculdade, década de 1970, tempo de muita luta política e de sonhos de justiça social. Este grupo tinha (e ainda tem) em comum a crença na educação como único meio de transformação social. O sonho da Tia Dag, de ter uma casa de formação, educação e desenvolvimento humano para crianças de baixa renda, passou a ser o sonho do grupo. E com o início da Casa do Zezinho, em 1993, esse sonho começou a se concretizar. A casa comprada para Tia Dag morar transformou-se na 1ª sede da Casa do Zezinho. E com atividades de arte (cerâmica e reciclagem de papel) iniciou-se a Casa do Zezinho, com 7 crianças, em setembro de 1993.
Constituída como Cooperativa Educacional e Assistencial em 06 de março de 1994, o número de crianças atendidas, assim como a procura por parte dos pais, aumentou constantemente, até chegar a 180 em 1997, número mantido até o primeiro semestre de 1999, por ter-se chegado ao limite da capacidade física de atendimento na primeira sede. Apesar disso, havia uma lista de espera de vagas que se mantinha em torno de 400 crianças.

Quando iniciamos, em 1993, o atendimento a um grupo pequeno de crianças (7, chegando a 12), realizávamos atividades apenas 2 vezes por semana, no período da tarde. As atividades desenvolvidas eram as de complementação escolar, necessidade fundamental de crianças que freqüentam escolas públicas de periferia, em função da escassez de recursos de aprendizagem, além de aulas de modelagem em cerâmica, atividade que contribui para o equilíbrio emocional das crianças, facilitando seu aprendizado, suas conquistas e seu posicionamento no mundo.
Nesta época, quem dava as aulas era a Tia Dag , auxiliada por 2 ou 3 voluntários. O lanche que era fornecido nas tardes de atividades era custeado pelos próprios voluntários.

Em 1994, as vagas foram ampliadas para 20, no primeiro semestre, e 30 no segundo. As atividades, ainda só no período da tarde, foram sendo gradativamente estendidas aos 5 dias da semana e, como as crianças chegavam mal alimentadas, começamos a oferecer o almoço antes do início das atividades, além do lanche oferecido à tarde. No início, o almoço era responsabilidade do voluntário do dia. Com o aumento das crianças, a Casa passou a contar com algumas voluntárias que se revezavam na cozinha para fazer a comida.

Em 1995 manteve-se a mesma estrutura, apenas com um número maior de crianças atendidas: 50 no primeiro semestre, chegando a 75 até o final do ano. Nesta época, a casa já estava pequena para a quantidade de crianças. Já não era mais possível ficarem todos na mesma sala de atividades, o grupo precisava ser dividido: enquanto uma parte das crianças ficava em atividades na sala de aula, outra parte ficava no pátio, ou outra sala improvisada. Com isso, houve necessidade de um número maior de voluntários e da presença de uma pessoa fixa na cozinha, para fazer o almoço e o lanche.

Para o início das atividades em 1996, a casa precisou passar por uma reforma, para acomodar todas as crianças matriculadas. Começou a se esboçar, então, a atual estrutura de funcionamento, com atividades em período integral (para grupos diferentes de crianças, dependendo do horário em que freqüentavam a escola), e a divisão das crianças em 3 grupos, a partir do critério de nível de aprendizagem, maturidade e desenvolvimento bio-psico-pedagógico.
Esta fase foi um marco para o processo de crescimento da Casa do Zezinho: a partir daí já houve a necessidade cada vez maior da presença de voluntários mais estáveis, cada um deles desenvolvendo atividades com um dos grupos de crianças, e estes grupos se revezando nos espaços disponíveis: 3 salas de atividades e um salão maior (a biblioteca e sala de vídeo).
Para as pessoas que trabalhavam com as crianças desde o início, em situação muito mais improvisada, essa mudança foi maravilhosa. Entretanto, o espaço já estava pequeno. Surgiu a oportunidade de alugar um terreno, quase em frente à Casa, onde foi construída uma quadra, em sistema de mutirão, que é usada até hoje pelas crianças e adolescentes para atividades esportivas e recreativas. Esta quadra, atualmente, também serve à comunidade: há vários grupos de jovens da comunidade para os quais a Casa do Zezinho cede a quadra para jogos e treinos.
Com relação às refeições oferecidas, também houve uma ampliação: além do almoço e do lanche da tarde, passou a ser fornecido café da manhã ou lanche, no período da manhã. Foi ainda neste ano (em fevereiro), que se iniciou a construção da nova sede, em terreno no mesmo quarteirão da primeira sede, comprado e doado à Casa do Zezinho em julho de 1995, por um grupo de empresários.
Até essa época, para manutenção das despesas, a Casa contava com as contribuições dos cooperados e doações de empresas ou pessoas físicas, além da realização de alguns bingos, bazares e rifas.
No final desse ano, o grupo de voluntários mais antigo da Casa, sob a liderança da Tia Dag formatou o Projeto Cidadania, projeto pedagógico que embasa a filosofia e as atividades da Casa, a Pedagogia do Arco Íris. Já havia, na época, experiência acumulada e consistência para a elaboração e sistematização do projeto que vinha sendo trabalhado com as crianças.

Durante o ano seguinte, 1997, iniciou-se a implantação do Projeto Cidadania em alguns de seus aspectos, mas ainda faltavam educadores para sua implantação total. Foi também neste ano que as vagas chegaram a 180, capacidade máxima da antiga sede. Foram 2 anos (97 e 98) de implantação gradativa e consolidação do Projeto como um todo.

A partir de 1999 iniciou-se a etapa de implantação das Oficinas Culturais, de Capacitação Profissional e Espaços de Aprendizagem, que complementam o Projeto Cidadania, já preparando a Casa como um todo para a ocupação da nova sede. Passaram a existir os setores de Projetos e de Comunicação e Marketing, com o objetivo de divulgação e captação de recursos, função que era desempenhada até então por voluntários do grupo mais antigo de trabalho.

No ano 2000 uma nova fase teve início: ampliamos o atendimento para 300 crianças / adolescentes matriculados, já funcionando na nova sede, fornecendo refeições (café da manhã, almoço e lanche), com atividades de 2ª a sábado. A lista de espera teve um crescimento impressionante: desde então, manteve-se até 2003 em torno de 1.200 crianças / adolescentes.

Em 2001 as vagas foram ampliadas para 520, o que se manteve também em 2002, com a mesma estrutura de atendimento.

Em 2003, com o trabalho já consolidado e o aumento da lista de espera para cerca de 2.000 nomes, pudemos ampliar o atendimento para 1.000 crianças / adolescentes, através do início dos Ateliês Livres, nos quais passamos a oferecer 500 vagas em sistema de rodízio (freqüentados 2 ou 3 vezes por semana pelos participantes), além da manutenção do atendimento diário oferecido aos 520 Zezinhos já matriculados.

Em 2004 pudemos ampliar um pouco mais o atendimento, oferecendo um total de 1.200 vagas, 50% para crianças e adolescentes que freqüentavam a Casa diariamente, e os outros 50% no sistema de Ateliês Livres.
Neste mesmo ano, a natureza jurídica da Casa do Zezinho foi mudada, de Cooperativa para Associação, mantendo o aspecto de não ter finalidade lucrativa, em função da compreensão de que a associação correspondia melhor à prática do trabalho desenvolvido.

Em 2005, 2006 e 2007 mantivemos o mesmo número de vagas.

Em 2008 passamos a atender o mesmo número de crianças, adolescentes e jovens (1.200) em todos os dias da semana, de 2ª a 6ª feira, com atividades também aos sábados, o que se manteve em 2009 e 2010.

 
Publicado em casa do zezinho, Uncategorized | Marcado com , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

orkut perde espaço para facebook e twitter

Líder absoluto no Brasil, Orkut perde terreno para Facebook 

Rede social número 1 do mundo atraiu 18 milhões de pessoas em maio.
No ano passado, crescimento do Facebook foi de 177% contra 35% do Orkut.

FacebookFacebook, de Mark Zuckerberg: prestes a superar o
Orkut na Índia. (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

Na briga por usuários de redes sociais, o Orkut, do Google, perde para o líder mundial Facebook em quase todos os países em que ambos os sites de relacionamento atuam. A exceção fica por conta Brasil e Índia, mas a liderança desse último pode mudar de mãos em breve, de acordo com o blog “TechCrunch”.

Recente pesquisa realizada pela ComScore mostra que a Índia está prestes a preferir o Facebook, já que em maio, a rede social número 1 do mundo atraiu 18 milhões de visitantes únicos no país, em comparação aos 19,7 milhões do Orkut. No ano passado, o Facebook já havia apresentado crescimento de 177% de 6,5 milhões de visitantes indianos, em comparação aos 35% de crescimento do Orkut.

Segundo o “TechCrunch”, os novos números da ComScore já podem revelar a nova liderança na Índia em junho, mês em que o próprio Google Trends já apontou o Facebook ultrapassando o Orkut.

A expansão no mercado indiano é considerada prioridade global do Facebook, que atualmente está contratando cerca de 500 funcionários na Índia para incrementar a rede social localmente.

No Brasil, a liderança do Orkut permanece tranquila. De acordo com os números da ComScore, a rede social do Google no país conta com 29 milhões de visitantes por mês, contra apenas 8 milhões de brasileiros que visitam mensalmente o Facebook.

Publicado em briga pela liderança | Marcado com , , , , , , , , , | Deixe um comentário

A história da Google

A história da Google

Enviado por admin em quinta-feira, 27 abril 200620 Comentários
É com grande alegria que anúncio a história completa da google, ilustrada e totalmente em português. O artigo só foi possível graças ao WebArchive.org, site que mantém um histórico completo da web. Aproveitem. 

1995: Larry Page e Sergey Brin, futuros fundadores da Google se conhecem em um curso de graduação da universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Após discussões ferrenhas devido à diferentes pontos de vista  , Larry e Segey acabam chegando à idéias em comum sobre um dos grandes desafios da computação: a obtenção de dados relevantes em grandes quantidades de informações. Em outras palavras: a busca.

1996: Em Janeiro, inicia-se o projeto BackRub, o ancestral do Google. O projeto recebeu esse nome devido à sua habilidade única de rastrear os links na web. Larry, que se destacava por sua habilidade com hardware, formula uma arquitetura de servidores baseada em máquinas de baixo custo.

Google em dezembro/1998

1998: Continuando seus trabalhos, os amigos adquirem um terabyte em discos rígidos, uma capacidade de armazenamento muito grande para a época. Surge o primeiro data center  (centro de dados) da Google, localizado no quarto de um dos fundadores. O Google ganhava popularidade e consumia a largura de banda da universidade como um pequeno monstrinho. Enquanto as aranhas – programas de computador que mapeiam a web – trabalhavam, a internet de toda a universidade simplesmente parava. O projeto deveria ganhar uma nova sede.

Encorajados por David Filo, fundador do portal Yahoo!, Page e Brin continuaram seus trabalhos. Estavam endividados devidos aos gastos com a companhia e precisavam de um investidor. Esse investidor era Andy Bechtolsheim, um dos fundadores da Sun. De Andy, os dois amigos ganharam um cheque no valor de $100,000 dólares.

O Cheque estava endereçado à Google Inc (que ainda não existia). Larry e Sergey foram obrigados a formalizar a empresa. A primeira sede foi uma garagem. No final do ano, o sistema de busca já respondia a 10.000 requisições por dia.

Google em 1999

1999: O Google atinge surpreendentes 500,000 acessos diários e se move para uma nova sede. Haveria uma segunda troca neste mesmo ano. 

Em 21 de setembro, o serviço sai da fase de testes e o ‘BETA’ é removido do logotipo..

Dezembro de 2000

2000: O Crescimento da Google continuava. Pouco a pouco formava-se uma cultura única de trabalho. Em uma empresa que já contabilizava 60 empregados, as lava lamps eram a principal decoração. As mesas dos empregados eram bastante simples e não haviam paredes (como ocorre ainda hoje). Em cima dessas mesas, computadores de alto desempenho. 

O Clima de informalidade favorecia a troca de idéias entre os empregados. A velocidade inigualável e os recursos do portal atraiam usuários de forma astronômica.

Em Maio, após o recebimento de dois prêmios, o Google torna-se o maior portal de buscas da web, ao atingir o surpreendente número de um bilhão de sites em seu índice.

Na mesma época, um sistema revolucionário de anúncios era criado. Logo viriam os primeiros lucros, por meio do o AdWords.

Graças à uma parceria, a Google passa à fornecer seus serviços aos usuários do Yahoo!. Naquele mesmo ano surgiria ainda a Google Toolbar.

2001: Este foi considerado o ano das inovações, devido às dezenas de recursos introduzidos pela empresa em sua procura incansável por uma informação livre e sem barreiras.

Surgiam:

Ao final do ano, já haviam três bilhões de sites catalogados.

2002: O Crescimento continuava. Diversos empresários passaram a buscar formas de adicionar atecnologia Google aos negócios. A resposta veio em forma de Google Mini

As novidades não parariam por ai. No mesmo ano, foram lançadas as APIs, permitindo que desenvolvedores utilizassem recursos do Google em seus aplicativos. Mais tarde, a empresa adiciona recursos de computação de cluster à Google Toolbar, permitindo que os usuários colaborassem na pesquisa científica.

O já popular AdWords foi atualizado. Surgiam Google LabsGoogle News e Froogle.

2003: Foi criado o AdSense, sistema que permitia aos webmasters obterem fundos por meio de anúncios de texto.

A busca também foi incrementada. De acordo com a palavra-chave digitada, a tradicional caixa de texto do Google já era capaz de rastrear vôos em aeroportos, realizar operações matemáticas e muito mais.

2004: Seguindo a expansão da companhia, a nova sede em Mountain View é inaugurada. Surgem os serviços de busca personalizada e Local Search, no Google Labs.

No dia 1º de abril, são revelados planos para uma sede na lua :P , prevista para um futuro próximo. Neste mesmo dia, era anunciado o GMail, serviço de correio eletrônico que provocou uma revolução na web, ao oferecer 1 Gigabyte de espaço aos usuários gratuitamente. Parecia mentira. Mas não era.

Num esforço para promover meios de organizar imagens e fotos, a Google adquire o Picasa, serviço voltado para o gerenciamento e organização de imagens.

Algum tempo depois, é lançada ao público a primeira versão do Google Desktop Search, um pequeno utilitário para realização de buscas rápidas no computador. Surge também o Google SMS, permitindo que usuários realizem buscas diretamente de seus celulares.

Expandindo os horizontes

Buscando novos caminhos e novas informações a serem organizadas, a Google adquire a Keyhole, empresa de mapeamento global e inicia os trabalhos no Google Earth.

Dezembro traria novidades, com o anuncio oficial do Google Print seguido de uma tremenda atualização do Google Groups.


2005: A quantidade de recursos continuava a crescer. Surgia o My Search History, capaz de manter um histórico dos últimos termos pesquisados pelo usuário e o Google Web Accelerator, software para acelerar a navegação na internet.

Seguindo uma tendência de personalização, a empresa anuncia o serviço Personalized Homepage, permitindo que cada usuário criasse sua própria página personalizada.

Pouco menos de um ano após a compra da KeyHole, o Google Earth é apresentado aos usuários.

Procurando trazer novidades ao já popular GMail, a empresa anuncia o Google Talk, um comunicador instantâneo bastante simples que fez surgirem críticas e elogios.

A segunda geração do Google Desktop dá as caras, tendo como principal novidade a SideBar, uma barra de ferramentas lateral que busca integrar os serviços oferecidos pela empresa.

O Google Blog Search completa o ciclo de inovações.

2006: O ano começa com a novíssima Google Video Store, loja de video criada pela empresa. Através dela, produtores de video passam a definir preços e licenças de uso para o conteudo.

Google Desktop 3 dá as caras, com a capacidade de exibir os painéis da sidebar em qualquer lugar da àrea de trabalho. Poucas semanas depois uma nova versão é lançada em 15 idiomas.

Rumores a respeito do Google Calendar se fortalecem e pouco a pouco imagens começam a surgir na web. No dia 13 de abril, o serviço é lançado.

O Google Talk ganha temas e imagens de exibição, conquistando cada vez mais usuários.

Em parceria com a Nike, surge Joga.com , o portal dos amantes de futebol.

Na china, os conflitos com o governo se agravam e a Google acaba censurando seu mecanismo de busca. Revoltados, cerca de 20 usuários protestam na sede da empresa. O Planeta marte é mapeadoe o Google Earth Ganha uma versão para macs. Nasce o Finance com informações sobre negócios. O GMail ganha recursos de chat.

Já são mais de 25,270,000,000 páginas indexadas.

Publicado em google | Marcado com , , , , , , , , | Deixe um comentário

história do atletismo

O atletismo é a forma organizada mais antiga de esporte. As primeiras reuniões organizadas da história foram os Jogos Olímpicos, que iniciaram os gregos no ano 776 a.C. Durante anos, o principal evento olímpico foi o pentatlo, que compreendia lançamentos de disco, salto em comprimento e corrida de obstáculos.

Os romanos continuaram celebrando as provas olímpicas depois de conquistar a Grécia no ano 146 a.C. No ano 394 da nossa era o imperador romano Teodósio aboliu os jogos. Durante oito séculos não se celebraram competições organizadas de atletismo. Restauram-se na Inglaterra em meados da metade do século XIX, e então as provas atléticas converteram-se gradualmente no esporte favorito dos ingleses.

Em 1834 um grupo de entusiastas desta nacionalidade alcançou os mínimos exigíveis para competir em determinadas provas. Também no século XIX se realizaram as primeiras reuniões atléticas universitárias entre as universidades de Oxford e Cambridge (1864), o primeiro encontro nacional em Londres (1866) e o primeiro encontro amador celebrado nosEstados Unidos em pista coberta (1868). O atletismo posteriormente adquiriu um grande seguimento na Europa e América.

Em 1896 iniciaram-se em Atenas os Jogos Olímpicos, uma modificação restaurada dos antigos jogos que os gregos celebravam em Olímpia. Mais tarde os jogos celebraram-se em vários países com intervalos de quatro anos, exceto em tempo de guerra. Em 1912 fundou-se a Associação Internacional de Federações de Atletismo. Com sede central de Londres, a associação é o organismo reitor das competições de atletismo a escala internacional, estabelecendo as regras e dando oficialidade às melhores marcas mundiais obtidas pelos atletas.

O atletismo surgiu nos Jogos Antigos da Grécia. Desde então, o homem vem tentando superar seus movimentos essenciais como caminhar, correr, saltar e arremessar.

Na definição moderna, o atletismo é um esporte com provas de pista (corridas rasas, corridas com barreiras ou com obstáculos, saltos, arremesso, lançamentos e provas combinadas, como o decatlo e heptatlo); corridas de rua (nas mais variadas distâncias, como a maratona e corridas de montanha); provas de cross country (corridas com obstáculos naturais ou artificiais); e marcha atlética. Considerado o esporte-base, por testar todas as característica básicas do homem, o atletismo não se limita somente à resistência física, mas integra essa resistência à habilidade física. Comporta três tipos de provas, disputadas individualmente que são as corridas, os saltos e os lançamentos. Conforme as regras de cada jogo, as competições realizadas em equipes somam pontos que seus membros obtêm em cada uma das modalidades.

As corridas rasas de velocidade e revezamento são antigas. As corridas com obstáculos, que podem ser naturais ou artificiais, juntamente com as corridas de “sabe”, que os ingleses chamam de “steeple chass”, foram idealizadas tendo como modelo as corridas de cavalos.

A maratona, a mais famosa das corridas de resistência, baseia-se na legendária façanha de um soldado grego que em 490 A C. Correu o campo de batalha das planícies de Maratona até Atenas, numa distância superior a 35 km, para anunciar a vitória dos gregos sobre os persas. Uma vez cumprida a missão, caiu morto. As maratonas modernas exigem um percurso ainda maior: 42 192 m.

Nos primórdios de nossa civilização, começa a história do atletismo. O homem das cavernas, de forma natural, praticava uma série de movimentos, nas atividades de caça, em sua defesa própria etc. Ele saltava, corria, lançava, enfim desenvolvia uma série de habilidades relacionadas com as diversas provas de uma competição de atletismo. Podemos verificar que as provas de atletismo são atividades naturais e fundamentais do homem: o andar, o correr, o saltar e o arremessar. Por esta razão, é considerado o atletismo o “esporte base” e suas provas competitivas compõem-se de marchas, corridas, saltos e arremessos. Além disso, o desenvolvimento dessas habilidades são necessárias à prática de outras modalidades esportivas.

Por exemplo, podemos observar uma jogadora em atividade numa partida de futebol, basquete ou voleibol. Durante o jogo, ele anda, outras vezes, corre, salta e pratica arremessos. Por isso, um jogador de futebol, basquete ou voleibol procura sempre desenvolver essas habilidades que são “base” dos conjuntos de atividade física do praticante dessas modalidades.

A história do atletismo é muito bonita, pois que se inicia com a própria história da humanidade, quando o homem primitivo praticava suas atividades naturais para sobrevivência. Chega mesmo a se confundir com a mitologia, quando observamos o período da Antigüidade Clássica, com os Jogos Olímpicos que deram origem aos atuais Jogos Olímpicos da Era Moderna, que trazem como reminiscência cultural mais marcante a figura de Discóbulo de Miron.

O atletismo, sob forma de competição, teve sua origem na Grécia. A palavra atletismo foi derivada da raiz grega, “ATHI, competição”, o princípio do heroísmo sagrado grego, o espírito de disputa, o ideal do belo etc. – o que se chamou de espírito agonístico. Surgiram então as competições que foram perdendo o caráter de religiosidade e assumindo exclusivamente o caráter esportivo.

[editar]Corridas

Prova feminina dos 100 m com barreiras em Atlanta, 1996.

As corridas são, em certo sentido, as formas de expressão atlética mais pura que o homem já desenvolveu. Embora exista algo de estratégia e uma técnica implícita, a corrida é uma prática que envolve basicamente o bom condicionamento físico do atleta.
As corridas dividem-se em curta distância ou velocidade (tiro rápido), que nas competições oficiais vão de 100, 200 e os 400 metros inclusive; média distância ou de meio fundo (800 metros e 1 500 metros); e longa distância ou de fundo (3 000 metros ou mais, chegando até às ultra maratonas de 100 quilômetros). Podem ser divididas também de acordo com a existência ou não de obstáculos (barreiras) colocados nopercurso.

Nas corridas de curta distância, a explosão muscular na largada é determinante no resultado obtido pelo atleta. Por isso, existe um posicionamento especial para a largada, que consiste em apoiar os pés sobre um bloco de partida (fixado na pista) e apoiar o tronco sobre asmãos encostadas no chão (posição de quatro apoios). São frequentes as falsas partidas, quando o atleta sai antes do tiro de partida, que é o sinal dado para começar a prova. Qualquer atleta que dê uma falsa partida será desclassificado. Contudo, nas provas combinadas (ex decatlo) cada atleta tem direito a uma falsa partida. Nas provas mais longas a partida não tem um papel tão decisivo, e os atletas saiem para a corrida em uma posição mais natural, em pé, sem poder colocar as mãos no chão.

[editar]Maratona

Maratona dos Fuzileiros dos Estados Unidos.

A maratona é uma corrida de longa distância ou de fundo, realizada parcialmente ou totalmente fora do estádio, ou seja em estrada. A distância que, segundo a lenda, teria percorrido um soldado grego, Filípides, para anunciar que os helenos haviam vencido uma batalha contra os persas era superior a 35 km. O trecho teria sido entre a planície de Maratona (o local da batalha) até a cidade de Atenas.

A maratona é uma prova que envolve grande resistência física, sendo seu percurso estabelecido em 42 quilômetros e 195 metros (aceite tolerância por excesso de + 42 metros). Organizam-se ainda corridas de cross country ou um “corta-mato” de campo e de montanha. Em pista podemos ainda assistir a corridas de barreiras e de obstáculos.

[editar]Lançamentos

As disciplinas oficiais de lançamento envolvem o arremesso de peso, o lançamento de martelo, o lançamento de disco e lançamento do dardo. O arremesso no Brasil lançamento em Portugal de peso consiste no arremesso de uma esfera metálica que pesa 7,26 kg para os homens adultos e 4 kg para as mulheres. O martelo é similar a essa esfera, mas possui um cabo, o que permite imprimir movimento linear à esfera e assim atingir uma distância maior. Já o disco é um pouco mais leve, pesando 1 quilograma para as mulheres e 2 quilogramas para os homens. E o dardo pesa 600 gramas para as mulheres e 800 gramas para os homens.

Os lançamentos são executados dentro de áreas limitadas, são círculos demarcado no solo para o arremesso ou lançamento de peso, de martelo e disco, e antes de uma linha demarcada no solo para o lançamento do dardo. A partir dessas marcas é que é contada a distância dos lançamentos. Normalmente as competições envolvem várias tentativas por parte dos atletas, que aproveitam as melhores marcas obtidas nessas tentativas. As provas de lançamento são normalmente praticadas no espaço interior à pista das corridas.

A origem desta atividade é também irlandesa, pois nos jogos Tailteanos, no início da Era de Cristo, os celtas disputavam uma prova de arremesso de pedra que pelas descrições se assemelhavam à prova atual. Aliás, é interessante notar que na Península Ibérica, nas províncias onde ainda se encontram concentrações humanas etnicamente celtas, Galiza naEspanha e Trás-os-Montes em Portugal, ainda se disputa uma competição chamada de “arremesso do calhau”, que se assemelha ao nosso moderno arremesso do peso. De qualquer forma, a codificação da prova, tal como ela é hoje, é totalmente britânica, inclusive o peso do implemento, 7,256 kg, correspondente a 16 libras inglesas, que era precisamente o que pesavam os projéteis dos famosos canhões britânicos do início do século XIX.

As primeiras marcas registradas pertencem ao inglês Herbert Williams, que em Londres, em 28 de maio de 1860, lançou o peso a 10,91 m, e o da Era IAAF ao americano Ralph Rose, que em 21 de agosto de 1909 arremessou 15,54 m em São FranciscoWilliam Parry O’ Brien revolucionou esta prova, criando um novo estilo, no qual o atleta começa o movimento de costas para o local do arremesso. Parry O’ Brien venceu os Jogos Olímpicos de Helsinque e Melbourne, ganhou a prata em Roma e ainda se classificou em 4º lugar em Tóquio 12 anosdepois de iniciar a sua carreira olímpica. Foi também o primeiro atleta a vencer mais de 100 competições consecutivas. No Brasil, o primeiro recorde reconhecido foi do atleta E. Engelke, vencedor do primeiro Campeonato Brasileiro de 1925, com a marca de 11,81 metros.

Publicado em atletismo | Marcado com , , , , , , , , | Deixe um comentário

Facebook

Facebook é uma rede social lançada em 4 de fevereiro de 2004. Foi fundado por Mark ZuckerbergDustin MoskovitzEduardo Saverin eChris Hughes, ex-estudantes da Universidade Harvard. Inicialmente, a adesão ao Facebook era restrita apenas aos estudantes daUniversidade Harvard. Ela foi expandida ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), à Universidade de Boston, ao Boston Collegee a todas as escolas Ivy League dentro de dois meses. Muitas universidades individuais foram adicionadas no ano seguinte. Eventualmente, pessoas com endereços de e-mail de universidades (por exemplo, .edu, .ac.uk) ao redor do mundo eram eleitas para ingressar na rede. Em 27 de fevereiro de 2006, o Facebook passou a aceitar também estudantes secundaristas e algumas empresas. Desde 11 de setembro de 2006, apenas usuários com 13 anos de idade ou mais podem ingressar.[1] Os usuários podem se juntar em uma ou mais redes, como um colégio, um local de trabalho ou uma região geográfica.

O website possui mais de 500 milhões de usuários ativos,[2] a posição do Facebook no ranking de tráfego de visitantes do Alexa, subiu do 60º lugar para 7º lugar.[3] É ainda o maior site de fotografias dos Estados Unidos, com mais de 60 milhões de novas fotos publicadas por semana,[4] ultrapassando inclusive sites voltados à fotografia, como o Flickr.

No Ad Planner Top 1000 Sites, que registra os sites mais acessados do mundo, através do mecanismo de busca do Google, divulgado em fevereiro de 2011, o Facebook aparece como 1º colocado, com 590 milhões de visitas e um alcance global de 38,1%.[5]

O website é gratuito para os usuários e gera receita proveniente de publicidade, incluindo banners e grupos patrocinados (cujas cotas seriam de mais de 1,5 milhão de dólares por semana em abril de 2006, segundo rumores).[6] Usuários criam perfis que contêm fotos e listas de interesses pessoais, trocando mensagens privadas e públicas entre si e participantes de grupos de amigos. A visualização de dados detalhados dos membros é restrita para membros de uma mesma rede ou amigos confirmados. De acordo com o TechCrunch, 85% dos membros dos colégios suportados têm um perfil cadastrado no website e, dentre eles, 60% fazem login diariamente no sistema, 85% o faz pelo menos uma vez por semana e 93% o faz pelo menos uma vez por mês. De acordo com Chris Hughes, porta-voz do Facebook, as pessoas gastam em média 19 minutos por dia no Facebook.[6] Em um estudo conduzido em 2006 pela Student Monitor, uma empresa especializada em pesquisas de mercado relacionadas a estudantes universitários de Nova JérseiFacebook foi o segundo nome mais “in” entre os estudantes, empatado com cerveja e sexo e perdendo apenas para iPod.[7]

A decisão do Facebook de remover algumas fotos de amamentação enraiveceu alguns usuários, entre os quais a estadounidense Kelli Roman, mãe que teve uma foto que a mostrava alimentando a filha removida pelo Facebook.

Roman é uma das administradoras de uma petição online intitulada “ei, Facebook, amamentação materna não é obscenidade”, que foi ganhando mais força, depois das manifestantes organizarem uma “amamentação de protesto” no Facebook e realizaram uma pequena manifestação diante da sede da empresa, em Palo Alto, Califórnia.

A petição já obteve mais de 80 mil assinaturas e mais de 10 mil comentários, e redespertou um velho debate sobre os prós e os contras da amamentação em locais públicos.

[editar]História

[editar]Origem

Mark Zuckerberg, co-fundador e CEO do Facebook

Mark Zuckerberg fundou, juntamente com Dustin MoskovitzEduardo Saverin e Chris Hughes, o “The Facebook” em fevereiro de 2004, enquanto frequentava a Universidade de Harvard, com o apoio de Andrew McCollum e Eduardo Saverin. Até o final do mês, mais da metade dos estudantes não-graduados em Harvard foi registrada no serviço. Naquela época, Zuckerberg se juntou a Dustin Moskovitz e Chris Hughes para a promoção do site e o Facebook foi expandido à Universidade de Stanford, à Universidade Columbia e à Universidade Yale.[8] Esta expansão continuou em abril de 2004 com o restante das Ivy League, entre outras escolas. No final do ano letivo, Mark e Dustin se mudaram para Palo AltoCalifórnia, com Andrew que havia conseguido um estágio de verão na Electronic Arts. Eles alugaram uma casa perto da Universidade de Stanford, onde se juntaram a Adam D’Angelo e Sean Parker. Andrew McCollum decidiu deixar a EApara ajudar em tempo integral no desenvolvimento do Facebook e do site “irmão” Wirehog. Em setembro, Divya Narendra, Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss, proprietários do site HarvardConnection, posteriormente chamado ConnectU, entraram com uma ação judicial contra o Facebook alegando que Mark Zuckerberg teria utilizado código fonte ilegalmente do HarvardConnection, do qual ele tinha acesso. A ação não procedeu.[9][10] Também nessa altura, o Facebook recebeu aproximadamente $500,000 do co-fundador do PayPalPeter Thiel, como um angel investor. Em dezembro a base de usuários ultrapassou 1 milhão.

[editar]2005

Em maio de 2005, o Facebook recebeu 12,8 milhões de dólares de capital da Accel Partners.[11] Em 23 de agosto de 2005, o Facebook compra o domínio facebook.com da Aboutface por $200,000 e descarta definitivamente o “The” de seu nome. A esta data, o Facebook foi “repaginado” recebendo uma atualização que, segundo Mark, deixou mais amigável aos usuários. Também neste mês, Andrew McCollum retornou a Harvard, mas continuou atuando como consultor e retornando ao trabalho em equipe durante os verões. Como antes, Chris Hughes permaneceu em Cambridge, enquanto exercia sua função como representante da empresa. Então, em 2 de setembro, Mark Zuckerberg lançou a interação do Facebook com o ensino secundário. Embora inicialmente definido para separar as “comunidades” para que os usuários precisassem ser convidados para participar, dentro de 15 dias as redes escolares não mais exigiam uma senha para acessar (embora o cadastro no Facebook ainda exigisse). Em outubro, a expansão começou a atingir universidades de pequeno porte e instituições de ensino pós-secundário (junior colleges) nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, além de ter expandido a vinte e uma universidades no Reino Unido, ao Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey no México, a Universidade de Porto Rico em Porto Rico e toda a Universidade das Ilhas Virgens nas Ilhas Virgens Americanas. Em 11 de dezembro de 2005, universidades da Austrália e Nova Zelândia aderiram ao Facebook, elevando sua dimensão para mais de 2 mil colégios e mais de 25 mil universidades em todo o Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda.[12]

[editar]2006

Em 27 de fevereiro de 2006, o Facebook passou a permitir que estudantes secundaristas adicionassem estudantes universitários a pedido dos usuários. Um mês depois, em 28 de março, a revista BusinessWeek noticia que uma potencial aquisição estava em negociação. O Facebook declaradamente recusou uma oferta de $750 milhões, e estimou seu preço em $2 bilhões.[13] Em abril, Peter Thiel, Greylock Partners e Meritech Capital Partners investiram um adicional de $25 milhões no site.[14] Em maio, a rede do Facebook se expandiu àÍndia, no Instituto Indiano de tecnologia (IIT) e no Instituto Indiano de gestão (IIG). No mês seguinte, o Facebook ameaçou pedir até $100,000 ao Quizsender.com por violação de direitos autorais por copiar a ferramenta “visual e sensação” do Facebook.[15][16] Em 25 de junho, novos recursos foram adicionados ao site para potencialmente atrair receitas adicionais. Foi feita uma promoção em parceria com a iTunes Store onde membros da Apple Students iriam receber gratuitamente 25 músicas de amostra em vários gêneros musicais por semana até 30 de setembro. A promoção propunha deixar os estudantes mais entusiasmados e familiarizados com os serviços.[17] Em meados de agosto, o Facebook adicionou universidades na Alemanha e colégios em Israel à sua rede. Em 22 de agosto o Facebook introduz o Facebook Notes, um recurso de blog com sistema de tags, imagens embutidas, entre outros recursos também permitindo a importação dos serviços de blogs BloggerXanga e LiveJournal. Este recurso ganhou posteriormente a possibilidade de comentar as postagens comuns nos sistemas “concorrentes”. Em 11 de setembro o Facebook foi aberto para cadastro para todo o público.[18]

[editar]2007

Em 10 de maio de 2007, o Facebook anuncia um plano para adicionar classificados grátis em seu website.[19] Este recurso ganhou vida em 14 de maio e foi chamado Facebook Marketplace. Também em maio, o Facebook lança sua API, chamada Facebook Plataform, para desenvolvimento de aplicações para serem usadas no site.[20] Em junho, a parceria com a iTunes Store foi continuada oferecendo amostras de músicas grátis para o grupo Apple Students. Em julho o Facebook anuncia sua primeira aquisição: Parakey, Inc, de Blake Ross e Joe Hewitt. Em agosto, a companhia foi capa da edição especial anual “College” da Newsweek.[21] Em 25 de setembro surge um rumor de que a Microsoft teria interesse em comprar parte do Facebook;[22] rumor este confirmado um mês depois com a compra de 1.6% do Facebook por $240 milhões.[23] Uma venda completa do Facebook é no momento, improvável, diz Mark Zuckerberg. Em 7 de novembro de 2007, o Facebook anuncia o Facebook Ads, uma iniciativa de marketing que inclui um sistema de sites parceiros para permitir aos usuários compartilhar informações sobre suas atividades neles com amigos no Facebook (Facebook Beacon);[24] a possibilidade de empresas hospedarem páginas no Facebook de várias marcas, produtos e serviços (Facebook Pages); um sistema de veiculação de anúncios baseado no perfil do usuário e de seus amigos e em dados de atividade (Facebook Social Ads); e um serviço de fornecimento de publicidade com empresas fornecendo dados analíticos incluindo métricas de desempenho (Facebook Insights). No que diz respeito à privacidade, o Facebook afirma que “nenhuma informação pessoal identificável é partilhada com o anunciante ao criar a Social Ad” e que “usuários do Facebook apenas verão os Social Ads à medida que os amigos compartilharem informações com eles”.[25] O Facebook Ads substitui o programa anterior Facebook Flyers[26] Em 30 de novembro de 2007 o bilionáriochinês Li Ka-Shing investe $60 milhões no Facebook.

[editar]Recursos

[editar]Mural

O Mural é um espaço na página de perfil do usuário que permite aos amigos postar mensagens para ele ver. Ele é visível para qualquer pessoa com permissão para ver o perfil completo, e posts diferentes no mural aparecem separados no “Feed de Notícias”. Muitos usuários usam os murais de seus amigos para deixar avisos e recados temporários. Mensagens privadas são salvas em “Mensagens”, que são enviadas à caixa de entrada do usuário e são visíveis apenas ao remetente e ao destinatário, bem como num e-mail. Em julho de 2007 o Facebook, que só permitia posts de textos, passou a permitir postagem de anexos no mural.[27]

[editar]Presentes

Em fevereiro de 2007 o Facebook adicionou um novo recurso de Presentes (“Gifts”) em seu site. Amigos podem dar Presentes — pequenas imagens desenhadas por Susan Kare, ilustradora que desenha os ícones da Apple — a outros escolhendo um da Loja de presentes virtuais do Facebook e adicionando uma mensagem.Os ´´Presentes“ dados aparecem nomural de outros usuários com a mensagem enviada, a menos que o doador queira dar o presente´’ privadamente, nesse caso o nome do doador e a mensagem não são exibidos aos outros usuários. Além disso, todas os presentes, incluindo os privadas, são exibidas em uma caixa no perfil chamada “Caixa de presentes(Gift box)”, junto do nome do doador ou da palavra “Privado” para presentes privados.

Assim que se registram no site, os usuários do Facebook ganham uma Presente gratuito para dar a quem quiser. Cada presente adicional pode ser comprado na Loja de presentes virtuais do Facebook por 1 dólar. A primeira seleção de presentes disponíveis teve como tema o dia dos namorados e 50% da receita líquida recebida em fevereiro de 2007 foi doada à instituição de caridade Susan G. Komen for the Cure. Após fevereiro, a doação deixou de ser feita. Pouco depois, o Facebook passou a disponibilizar novos presentes a cada dia, a maioria das quais tinham quantidade limitada de tempo e venda.

Com a chegada das “Aplicações”, surgiu uma nova forma de presentear com os presentes sem a necessidade de se pagar 1 dólar, porém, as da aplicação “Presentes gratuítos“, criadas por Zachary Allia,[28] não são semelhantes às oficiais, além de serem exibidas de maneira diferente.

Publicado em facebook | Marcado com , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Arte à flor da pele

O lugar é asséptico, limpíssimo. Paredes brancas, espelhos, aparelhos de esterilização, luvas descartáveis, gavetas com seringas lacradas e cadeiras de dentista. Num balcão ficam expostos os tubos de tinta colorida. O ambiente seria tão silencioso quanto um hospital não fosse o som psicodélico que agita os corajosos que circulam pela casa em busca de uma das poucas coisas definitivas na vida: uma tatuagem. No estúdio Led’s Tattoo, do paulista Sérgio Maciel, 38 anos, cerca de 50 pessoas são tatuadas todos os dias. Com o verão, que naturalmente coloca barrigas, costas e pernas de fora, esse número cresce. “Tatuagem hoje é status, como se fosse uma jóia. Significa que você é moderno. É sinônimo de personalidade”, diz Maciel.

A tatuagem existe desde que o mundo é mundo. O Homem de Gelo, um corpo congelado encontrado na Itália em 1991, que se supõe ter vivido há cerca de 7 300 anos, tinha vários desenhos sobre a pele. A múmia da princesa Amunet, de Tebas, exibe desenhos feitos de pontos e linhas que certamente chamaram a atenção dos egípcios há mais de 4 000 anos. Não se sabe o que aquela tatuagem significava para os nossos ancestrais. Mas é muito provável que ela não tenha sido desprovida de sentido. “O corpo foi um dos primeiros instrumentos manipulados pelo homem para expressar um significado”, afirma a antropóloga Lux Vidal, especialista em pinturas corporais da Universidade de São Paulo. “Tatuagens, pinturas, mutilações e cortes de cabelo são modos de transformar o corpo para que ele comunique códigos, relações sociais e valores.”

As motivações que levam uma pessoa a se tatuar são quase infinitas. Índios de vários países costumam se pintar para, entre outras coisas, assinalar classificações de status entre os membros da tribo. Como em seu local de origem, dispensam as roupas com que o homem branco sinaliza seu poder aquisitivo e valores estéticos, é com tinta e formas impressas no corpo que eles se diferenciam. Os peles-vermelhas, da América do Norte, cobriam o corpo com pinturas em situações de luto ou para ir à guerra. Já na região que hoje corresponde aos países árabes, as tatuagens eram feitas para “proteger” o corpo de doenças e trazer prosperidade. Acreditava-se que a impressão definitiva de desenhos na pele tinha propriedades mágicas. Quando a região foi dominada pelo Islamismo do profeta Maomé, tatuagens e qualquer alteração no corpo passaram a ser vistas como pecado.

O primeiro registro literário da tatuagem data de 1769. Trata-se do relato do navegador inglês James Cook sobre o que viu ao chegar ao Taiti, na Polinésia: os nativos usavam espinhas de peixe finíssimas, ou ossos de passarinho, para perfurar a pele e injetar um pigmento feito à base de carvão e ferrugem. Data daí também a palavra tattoo, versão para o inglês do taitiano tatu (pronuncia-se tatau), que quer dizer, adivinhe, desenho na pele.

Ao longo da história as tatuagens também têm sido freqüentemente associadas à punição e a comportamentos marginais. Os bretões, povo bárbaro que habitava a região da atual Grã-Bretanha, pintavam o rosto com várias cores para intimidar invasores. No Império Romano, os escravos eram tatuados. Na França do século XVIII, criminosos ganhavam uma pintura na pele – às vezes uma marca com ferro quente – registrando o crime que tinham cometido. Prostitutas, piratas e marinheiros também se tatuam há séculos, como sinal de valentia e para demarcar seus grupos sociais (na primeira década deste século, todo navio que partia da Europa levava a bordo um tatuador). Sereias, caravelas, mulheres, âncoras e sinais patrióticos sempre foram os desenhos mais escolhidos entre os marinheiros. Era comum também as prostitutas levarem uma marca de seus cafetões, como um atestado de propriedade.

Em presídios do mundo inteiro, os próprios detentos se tatuam para diferenciar a facção à qual pertencem. O desenho do punhal cravado num coração significa “assassino”. É comum também os presos marcarem o número do crime que cometeram (o número 288, por exemplo, é o artigo referente ao crime de formação de quadrilha no Código Penal Brasileiro). Antigamente, era a própria polícia que os tatuava. Na Inglaterra, cravavam-se as iniciais “BC” – bad character, mau caráter em inglês – na pele dos condenados. “Ao longo do tempo, a tatuagem acabou virando a marca de pessoas marginais, diferentes do resto da sociedade”, diz Mirela Berger, mestre em Antropologia pela Universidade de São Paulo.

Publicado em tatuagens | Marcado com , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

História do futebol

O futebol é um dos esportes mais populares no mundo. Praticado em centenas de países, este esporte desperta tanto interesse em função de sua forma de disputa atraente.

Origem do futebol 

Embora não se tenha muita certeza sobre os primórdios do futebol, historiadores descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Estes jogos de bola ainda não eram o futebol, pois não havia a definição de regras como há hoje, porém demonstram o interesse do homem por este tipo de esporte desde os tempos antigos.

O futebol tornou-se tão popular graças a seu jeito simples de jogar. Basta uma bola, equipes de jogadores e as traves, para que, em qualquer espaço, crianças e adultos possam se divertir com o futebol. Na rua, na escola, no clube, no campinho do bairro ou até mesmo no quintal de casa, desde cedo jovens de vários cantos do mundo começam a praticar o futebol.

pai do futebol no Brasil Charles Miller : pai do futebol no Brasil

História do Futebol : origens

Origens do futebol na China Antiga
Na China Antiga, por volta de 3000 a.C, os militares chineses praticavam um jogo que na verdade era um treino militar. Após as guerras, formavam equipes para chutar a cabeça dos soldados inimigos. Com o tempo, as cabeças dos inimigos foram sendo substituídas por bolas de couro revestidas com cabelo. Formavam-se duas equipes com oito jogadores e o objetivo era passar a bola de pé em pé sem deixar cair no chão, levando-a para dentro de duas estacas fincadas no campo. Estas estacas eram ligadas por um fio de cera.

Origens do futebol no Japão Antigo
No Japão Antigo, foi criado um esporte muito parecido com o futebol atual, porém se chamava Kemari. Praticado por integrantes da corte do imperador japonês, o kemari acontecia num campo de aproximadamente 200 metros quadrados. A bola era feita de fibras de bambu e entre as regras, o contato físico era proibido entre os 16 jogadores (8 para cada equipe). Historiadores do futebol encontraram relatos que confirmam o acontecimento de jogos entre equipes chinesas e japonesas na antiguidade.

Origens do futebol na Grécia e Roma
Os gregos criaram um jogo por volta do século I a.C que se chamava Episkiros. Neste jogo, soldados gregos dividiam-se em duas equipes de nove jogadores cada e jogavam num terreno de formato retangular. Na cidade grega de Esparta, os jogadores, também militares, usavam uma bola feita de bexiga de boi cheia de areia ou terra. O campo onde se realizavam as partidas, em Esparta, eram bem grandes, pois as equipes eram formadas por quinze jogadores.Quando os romanos dominaram a Grécia, entraram em contato com a cultura grega e acabaram assimilando o Episkiros, porém o jogo tomou uma conotação muito mais violenta.

O futebol na Idade Média
Há relatos de um esporte muito parecido com o futebol, embora usava-se muito a violência. O Soule ou Harpastum era praticado na Idade Média por militares que dividiam-se em duas equipes : atacantes e defensores. Era permitido usar socos, pontapés, rasteiras e outros golpes violentos. Há relatos que mostram a morte de alguns jogadores durante a partida. Cada equipe era formada por 27 jogadores, onde grupos tinham funções diferentes no time: corredores, dianteiros, sacadores e guarda-redes.

Na Itália Medieval apareceu um jogo denominado gioco del calcio. Era praticado em praças e os 27 jogadores de cada equipe deveriam levar a bola até os dois postes que ficavam nos dois cantos extremos da praça. A violência era muito comum, pois os participantes levavam para campo seus problemas causados, principalmente por questões sociais típicas da época medieval.
O barulho, a desorganização e a violência eram tão grandes que o rei Eduardo II teve que decretar uma lei proibindo a prática do jogo, condenando a prisão os praticantes. Porém, o jogo não terminou, pois integrantes da nobreza criaram um nova versão dele com regras que não permitiam a violência. Nesta nova versão, cerca de doze juízes deveriam fazer cumprir as regras do jogo.

O futebol chega à Inglaterra
Pesquisadores concluíram que o gioco de calcio saiu da Itália e chegou a Inglaterra por volta do século XVII. Na Inglaterra, o jogo ganhou regras diferentes e foi organizado e sistematizado. O campo deveria medir 120 por 180 metros e nas duas pontas seriam instalados dois arcos retangulares chamados de gol. A bola era de couro e enchida com ar. Com regras claras e objetivas, o futebol começou a ser praticado por estudantes e filhos da nobreza inglesa. Aos poucos foi se popularizando. No ano de 1848, numa conferência em Cambridge, estabeleceu-se um único código de regras para o futebol. No ano de 1871 foi criada a figura do guarda-redes (goleiro) que seria o único que poderia colocar as mãos na bola e deveria ficar próximo ao gol para evitar a entrada da bola. Em 1875, foi estabelecida a regra do tempo de 90 minutos e em 1891 foi estabelecido o pênalti, para punir a falta dentro da área. Somente em 1907 foi estabelecida a regra do impedimento.

O profissionalismo no futebol foi iniciado somente em 1885 e no ano seguinte seria criada, na Inglaterra, a International Board, entidade cujo objetivo principal era estabelecer e mudar as regras do futebol quando necessário.

No ano de 1897, uma equipe de futebol inglesa chamada Corinthians fez uma excursão fora da Europa, contribuindo para difundir o futebol em diversas partes do mundo.

Publicado em futebol | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário